Arquivo para “Cultura” Categoria

PASSADO IMPERFEITO

postado por O Santo Ofício | agosto 27, 2011

Transcrito de O Mossoroense  Por Dorian Jorge Freire Quando eu era menino, escrevi um romance com tantos personagens que o jeito foi numerá-los. A mocinha era Miss Sharp e em torno dela evoluiam e involuiam os numerados. O calhamaço se perdeu, abandonado, quando tentei inaugurar o personagem 83. Ou foi o personagem 84? No fogo [...]

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LITERATURA Vs. CANGAÇO: E DEPOIS?

postado por O Santo Ofício | agosto 26, 2011

Por Felipe Fortuna Palestra apresentada em 26 de maio, na Academia Brasileira de Letras, por ocasião do seminário “Literatura e Cangaço”. Tenho o direito, creio, de me sentir um tanto deslocado numa mesa em que se discute o tema Literatura e Cangaço. Ocorre que sou um sujeito primordialmente urbano e meu contato com o sertão [...]

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CARTA ABERTA DO PROF. ANTENOR L. RAMOS

postado por O Santo Ofício | agosto 14, 2011

Ao jornalista Franklin Jorge. Meus cumprimentos. Lendo, há poucos dias, num jornal da cidade, uns comentários a respeito da vinda ou não a Natal, do escritor Antoine de Saint-Exupery, gostaria de falar sobre o debate que se formou quanto a isso. Sinceramente, caro Franklin, não consigo ver relevância sobre a estada ou não do Autor [...]

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RICARDO REIS: UM ELOGIO A HORÁCIO

postado por O Santo Ofício | agosto 11, 2011

Por Elaine Cristina Câmara de Azevedo Maia Departamento de Letras – UFRN Resumo: A ode é uma forma de composição poética que se originou na Roma Antiga, a qual se costumava cantar acompanhada pelo instrumento musical chamado lira. Em Roma, a ode era conhecida como “carmen” e foi cultuada por filósofos como Virgílio, Ovídio e [...]

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GENIOS & CARTAS

postado por O Santo Ofício | agosto 2, 2011

A Correspondência entre Luis da Câmara Cascudo e Mário de Andrade, comentada no 47º FESTIVAL DE FOLCLORE – OLÍMPIA, SÃO PAULO, JULHO DE 2011 Por Anna Maria Cascudo Barreto [TEXTO INTEGRAL] No “Ensaio de Abertura” da nossa autoria, para o livro “Câmara Cascudo e Mário de Andrade, cartas, 1024-1944”, da Global Editora, São Paulo, 2010, [...]

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FOLCLORE DE S. GONÇALO BRILHA EM SP

postado por O Santo Ofício | agosto 1, 2011

Do blog Catita de Songa Berço da cultura popular do Rio Grande do Norte, a cidade de São Gonçalo do Amarante, localizada na região metropolitana de Natal, foi exitosamente representada no 47º Festival do Folclore de Olímpia, encerrado ontem naquela cidade paulistana. Os responsáveis pelo sucesso da participação potiguar são os grupos folclórico Pastoril Dona [...]

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LENDO ‘FICÇÃO FRICÇÃO AFRICÇÃO’

postado por O Santo Ofício | julho 31, 2011

Por Antenor Laurentino Ramos* Franklin Jorge é sem igual na sua prosa. Traz-nos cenas vivas daquilo que somos e sentimos, nós, os habitantes do Nordeste. Seu povo, seu cheiro de terra, a oralidade e a música latente, no seu escrever, o faz parente próximo de um Graciliano Ramos ou de um José Lins do Rego. [...]

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SALÃO NORDESTE DE ARTE POPULAR

postado por O Santo Ofício | julho 24, 2011

De Avoante Por João Antonio A Casa de Cultura Popular de Currais Novos recebeu, dia 12 de julho, a visita de representantes da Fundação José Augusto, o coordenador cultural Jefferson que se fazia acompanhado de Joana D’arcc Xavier, responsável pela chefia das casas de cultura. Tal visita, devia-se a divulgação, junto aos artistas que ali [...]

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MAQUIAVEL, POR OLAVO DE CARVALHO

postado por O Santo Ofício | julho 10, 2011

Por Nivaldo Cordeiro Sozinho, esse pequeno livro já colocaria Olavo no panteão dos grandes filósofos políticos da atualidade Dentro do grande esforço da obra que o filósofo Olavo de Carvalho está escrevendo – A MENTE REVOLUCIONÁRIA – o capítulo sobre Maquiavel foi destacado neste livro que acaba de chegar ao público brasileiro. De imediato o [...]

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SOBRE A FELICIDADE, QUE NÃO SE COMPRA

postado por O Santo Ofício | julho 3, 2011

De Alice Suburbana Por Andressa Vieira Tive acesso ao filme A Felicidade não se compra (It’s a wonderful life, 1946) em uma das situações menos prováveis possíveis. Contudo, sou extremamente grata a quem me apresentou a ele, embora, provavelmente, esse tenha sido o único contato mais próximo que tivemos e teremos na vida. Com essa [...]

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SONHO ANTIGO

postado por O Santo Ofício | junho 27, 2011

Divulgação Prefeitura de Ipanguaçu inaugura biblioteca pública. Há dez anos população não contava com o serviço A Prefeitura de Ipanguaçu inaugurou no último sábado (25) uma biblioteca pública. O município, com 13,9 mil habitantes não contava com o serviço há mais de 10 anos. O projeto foi desenvolvido através de parceria entre os poderes públicos [...]

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DESONESTIDADE É CULTURA

postado por O Santo Ofício | junho 26, 2011

Por João Ubaldo Ribeiro – O Estado de S.Paulo Sempre se tem cuidado com generalizações, para não atingir os que não se enquadram nelas. Às vezes o sujeito odeia indiscriminadamente toda uma categoria, mas, ao falar nela e, principalmente, ao escrever, abre lugar para as exceções, os “não-são-todos” e ressalvas hipócritas sortidas. Outros recorrem a [...]

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O TRIUNFO DA NARRATIVA NA TV

postado por O Santo Ofício | junho 24, 2011

De Obvius Por Luis Soares Game of Thrones é tudo o que uma série de televisão hoje deve ser: valores de produção inatacáveis, personagens desenvolvidas na sua espessura emocional e intelectual, uma realização inteligente, uma trama de muitas linhas cruzadas que se consegue descobrir apesar de tudo com clareza, fidelidade à história em que é [...]

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E O RESTANTE DO RETRATO, CADÊ?

postado por O Santo Ofício | junho 20, 2011

Por Rogério Dias D. Marilúcia Pereira!!!, a Sra. esqueceu de juntar ao seu fraco acervo sobre Mossoró o único e verdadeiro “Cartão Postal” da cidade; “Rio Apodi/Mossoró”, ninguém poderá em sã consciência mostrar a cidade de Mossoró, sem que nela apareçam inúmeras vistas com o nosso Rio, imagine o Rio de Janeiro sem o Cristo [...]

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OS SANTOS MALDITOS

postado por O Santo Ofício | junho 19, 2011

SANTIFICAR O ESCRITOR, OU EXCOMUNGAR O HOMEM? Por Pedro Simões Neto, Presidente da ACLA- Academia de Letras e Artes do Ceará-Mirim Já me referi a esse dilema em outra nota, dando Céline como exemplo. A questão é: o ser humano deve ser considerado na sua individualidade como um todo, ou pode ser fracionado em tantas [...]

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MARIZE ESCREVE SOBRE ZILA MAMEDE

postado por O Santo Ofício | junho 15, 2011

Da Agecom A escritora Marize Castro lança nesta sexta-feira, às 11h30, na Cooperativa Cultural da UFRN, seu mais novo livro: “O Silencioso Exercício de Semear Bibliotecas”. A publicação, resultado do trabalho dela no mestrado em Educação, é um profundo trabalho de pesquisa sobre a obra e a convivência de Zila Mamede com os livros. Ninguém [...]

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NO NUKES!

postado por O Santo Ofício | junho 15, 2011

Por Teresinska Pereira possível imaginar um mundo sem plantas nucleares? Seria um pânico a menos no ar. Seria a tranquilidade de saber que a vida pode seguir em seus hábitos normais em segurança e paz. Seria esperar que os sinos tocassem para enterrar os mortos de um a um e não aos milhões em fossas [...]

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GOETHE E O ESTADO

postado por O Santo Ofício | junho 9, 2011

De Mídia Sem Máscara Núcleos de pesquisas universitárias inteiros estão dedicados a estudar e a prover políticas públicas “respeitáveis” a partir da hipótese mefistofélica de que emissão de moeda sem lastro é a normalidade. Assim, o Estado moderno tornou-se o novo Baal, o Mamon bíblico Por Nivaldo Cordeiro Quem tem acompanhado as minhas notas sobre [...]

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O FINAL DE FAUSTO, DE GOETHE

postado por O Santo Ofício | junho 5, 2011

Por Nivaldo Cordeiro “Compreender o destino é ter alcançado o mais alto grau da sabedoria.” Giordano Bruno A obra de Goethe, FAUSTO, deveria ser concluída com o passamento do seu personagem, quando finalmente seu trato é concluído ao recitar o máximo instante de felicidade proporcionada a si pelos poderes de Mefistófeles: “Sim, ao Momento então [...]

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GOETHE E O PEREGRINO

postado por O Santo Ofício | maio 30, 2011

De Mídia Sem Máscara A modernidade só poderia vingar à custa daquilo que era mais sagrado Por Nivaldo Cordeiro No Quinto Ato do FAUSTO Goethe introduz a figura do Peregrino que, no meu modesto entendimento, não é outro que não o próprio autor. Goethe tinha plena consciência de que tinha, com o poema, feito o [...]

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