O RIDÍCULO EM PESSOA
Por O Santo Ofício | 1 agosto, 2010
Por Franklin Jorge
Recebi do excelentissimo Sr.Prof. Doutor João da Mata Costa canina diatribe que caracteriza uma pessoa inteiramente desequilibrada e pouco afeita a civilidade e aos princípios básicos da livre expressão. No entanto, um academico, um universitário, uma autoproclamada autoridade. Acritico e espaventoso.
Consegue ser professor da UFRN em tempo integral e viver grudado na blogosfera, metendo o bedelho onde não é chamado; opinador compulsivo de tudo, acaba misturando alho e bugalho. Mestre, da confusão e do pensamento caótico.
Não admira, o sujeito é vaidoso e quer aparecer na pia para ser falado. Não bastasse já ser imputado como linguareiro, linguarudo, maledicente, irresponsável, inculto e abusando de juízos confusos e precipitados.
Este o bibliófilo João da Mata Costa, recentemente ridicularizado por Alex Medeiros.
O inverso do catedrático que se vende na pedra como “professor doutor” do Departamento de Física da Universidade Federal do RN e de qualquer fórum que lhe permita botar o uropígio de fora.
“Exigiu-me” e ao jornalista Cassiano Arruda Câmara “direito de resposta”, esse bufão inválido, João da Mata, cuja língua, fora da boca, não cabe em casa. Imediatamente publicada como mimo ao engenho critico e analítico dos que acessam esta página que está prestes a completar 200 mil acessos. Afinal, quem escreve nesse estilo, ei-lo senhores internautas: “Tinha limitação de espaço e, por isso mesmo, limitei…(sic!)”
Embora integralmente publicada em Comentários, reproduzo a seguir trecho da carta em que João da Mata exige-nos direito de resposta, uma coisa que já não é mais necessário exigir pois sabem as pessoas inteligentes que não convém falar sozinho, que a réplica é coisa saudável e natural entre civilizados (mesmo quando um deles tem apenas uma deficiência…).
Leiamo-lo:
“Enviei o release da exposição para a imprensa e alguns blogs de cultura do estado. O editor de cultura do Novo Jornal entrou em contato com a minha pessoa- curador da exposição- e enviou um jornalista para me entrevistar. A entrevista feita pelo jornalista Aléxis Peixoto foi muito boa e o conteúdo parcialmente reproduzido na edição do Novo Jornal do dia 29 de Julho de 2010. Digo, parcialmente, pelas agressões a que foi submetido publicamente pelo editor de cultura do Novo Jornal.
E enfatiza, de maneira pueril e vaidosa, para nos fazer crer que é uma sumidade provinciana:
“Sou professor da UFRN há 35 anos e já montei inúmeras exposições. Numa presenciei algo semelhante por um jornalista que se propõem a informar e não distorcer os fatos. O senhor Franklin Jorge publica a matéria com chamadas que distorcem a boa entrevista do jornalista Aléxis. Logo no início ele escreve em letras garrafais: SEM CRITÉRIO.
“Depois, nos comentários intitulado “Alhos e Bugalhos” escreve que eu prestei um desserviço à cultura norte-rio-grandesnse e, ao final, diz que João da Mata corre o risco de se tornar uma figura folclórica (sic)…
Da Mata toma ar e desfere com a graça de uma anta e a rapidez de Bâmbi: “Quem é o jornalista para julgar as pessoas e fatos? “
Gostei mais, como veem, do seu ego inchado sem simancol, mais uma figura que fazia falta ao folclore cultural da cidade, por sua incultura, língua de malicia interminável, lavado esfregado e limpo de desconfiômetro, de senso de ridículo, nem um níquel de bom senso e escrúpulo intelectual.
Que me lembre, em tintas foscas e sucintas, o retrato do excelentíssimo senhor professor doutor joão da mata costa. Há outros matizes nessa paleta a que ele certamente me dará ensejo para usar.




10 Comentários
Maria Efigenia da Mota on 1 de agosto de 2010 at 14:45.
Homem, pq não compôs logo o aviso de setimo dia?
Rio, mas é sério.
Maria Efigenia da Mota on 1 de agosto de 2010 at 14:45.
(Rio, mas é serio)
Aldir on 1 de agosto de 2010 at 19:02.
Boa, Franklin, grande serviço você está fazendo ao levar essas figuras da nossa cidade às suas reais estaturas, anões nauseabundos e asquerosos, posando de estetas ou intelectuais, quando no máximo são imundos parvos pavoneando estulticies.
Erasmo on 1 de agosto de 2010 at 23:17.
Não podia ser melhor, ou estragava.
Graça Couto on 2 de agosto de 2010 at 8:30.
Esse preofessor é um vadio. Vive na blogosfera criando confusão: por onde passa deixa um rasto de ridicularias. Escreve mal, é desleixado, imagino que tipo de professor ele é!
Desconfia-se que a UFRN lhe pague salário para ele não fazer nada!
Ana Santana on 2 de agosto de 2010 at 11:06.
Franklin, esse professor João da Mata é tão ridículo quanto o pilantra do Nei Leandro!
Como tem bufões em Natal!
Laélio Ferreira on 2 de agosto de 2010 at 13:07.
Franklin:
Eu bem que lhe avisei sobre o Professor-Doutor…!
Prof. Dr. João da Mata Costa - UFRN on 4 de agosto de 2010 at 10:51.
Direito de Resposta
“Sem critério”
>
> Caro Editor,
>
> Por ocasião da 62ª Reunião Anual da SBPC, ocorrida em Natal no período de
> 26 a 30 de Julho de 2010, organizei uma exposição em homenagem aos
> fazedores da cultura do RN. A exposição denominada Potyguarana
> homenageava escritores e artistas plásticos da rica e pouca conhecida
> cultura norte-rio-grandense.
> Foram selecionados cinqüenta títulos representativos da nossa cultura e
> alguns artistas plásticos do estado, com base num critério pessoal, de
> leitor contumaz e amante dessa cultura, deixando claro que essa seleção
> era parcial e não pretendia abarcar toda a cultura do estado. Tinha
> limitação de espaço e, por isso mesmo, limitei a minha seleção “pessoal” a
> 50 títulos de obras representativas da cultura do estado. Qualquer lista é
> excludente e quando me propus a fazer essa mostra tinha certeza e clareza
> que alguns títulos importantes não seriam contemplados.
> Enviei o release da exposição para a imprensa e alguns blogs de cultura do
> estado. O editor de cultura do Novo Jornal entrou em contato com a minha
> pessoa- curador da exposição- e enviou um jornalista para me entrevistar.
> A entrevista feita pelo jornalista Aléxis Peixoto foi muito boa e o
> conteúdo parcialmente reproduzido na edição do Novo Jornal do dia 29 de
> Julho de 2010. Digo, parcialmente, pelas agressões a que foi submetido
> publicamente pelo editor de cultura do Novo Jornal.
> Sou professor da UFRN há 35 anos e já montei inúmeras exposições. Numa
> presenciei algo semelhante por um jornalista que se propõem a informar e
> não distorcer os fatos. O senhor Franklin Jorge publica a matéria com
> chamadas que distorcem a boa entrevista do jornalista Aléxis. Logo no
> início ele escreve em letras garrafais: SEM CRITÉRIO.
>
> Depois, nos comentários intitulado “Alhos e Bugalhos” escreve que eu
> prestei um desserviço à cultura norte-rio-grandesnse e, ao final, diz que
> João da Mata corre o risco de se tornar uma figura folclórica (sic). Quem
> é o jornalista para julgar as pessoas e fatos?
>
> Ora, pois, vamos aos fatos. A Expo Litero- Iconográfica Potyguarana foi
> vista e elogiada por centenas de participantes da SBPC de todo o Brasil.
> Cumpriu plenamente os objetivos da Cooperativa Cultural da UFRN de mostrar
> e divulgar a nossa cultura.
> O Jornalista Franklin Jorge distorce fatos e entrevista. Como se não
> bastasse, reproduziu em seu blog somente os seus comentários ” Alhos e
> Bugalhos”, acompanhado de outros comentários de pessoas que não me
> conhecem. Esqueceu de reproduzir o conteúdo do folding distribuído aos
> visitantes da exposição. Agrediu a um professor que tem uma vida dedicada
> ao ensino e a cultura do estado do RN. Agrediu, inclusive, a um colega
> escritor morto, que escreveu – entre outros livros- “Trovadores
> Potiguares”, que faz parte da relação dos cinqüenta títulos expostos na
> Potyguarana.
> Não é a primeira vez que o jornalista Franklin Jorge agride pessoas e
> escritores, fere reputações, e distorce fatos ampliados pelo seu blog e
> comentadores.
> Um jornalista de cultura deve informar e cobrir os eventos culturais da
> cidade. O senhor Franklin Jorge agride levianamente as pessoas e presta um
> péssimo serviço à nossa cultura e convívio fraterno. Pratica um
> jornalismo de agressão e sem ética. Antes de opinar, ele precisa noticiar.
> Fui fortemente agredido pelo jornalista e peço gentilmente ao colega
> professor Cassiano Arruda Câmara, o direito de reposta, no cumprimento da
> lei.
> Peço, também, que o jornalista Franklin Jorge, não utilize meu nome para
> se promover.
>
> Atenciosamente,
>
> Prof. Dr. João da Mata Costa – UFRN
Pedro Lira on 8 de agosto de 2010 at 9:01.
Quem és tu, doidelo?
TRANSCRITO DO NOVO JORNAL, NATAL 03 DE AGOSTO DE 2010 on 9 de agosto de 2010 at 11:12.
A carta do missivista vai publicada na íntegra não para atender o alegado direito de resposta, incabivel aqui, mas para confirmar, na prática, o exercicio de d euma premissa que ajudou a dar origem a este NOVO JORNAL: o desejo de ser plural, de comportar opiniões divergentes. O jornal publicou ao lado da materia que apresentava, em detalhes, a exposição organziada pelo professor João da Mata Costa (com a ressalva de que a seleção dos livros obedecia a parâmetro meramente particular) uma análise do editor de cultura Franklin Jorge, que é tambem critico cultural. talvez a prática pouco comum do exericcio da critica nos veiculos de comunicação do RN, uma outra premissa de que não abre mão este NOVO JORNAL, tenha sido interpretada pelo missivista de uma outra forma que nãoa quela que se propôs: oferecer ao leitor uma visão além da informativa. Este é também um dos papéis do Jornalismo, ser opinativo. O NOVO JORNAL considera que o professor, por lidar com uma área em que o debate e a divergencia de opiniões são fundamentais, tem a exata noção da importancia da critica.