LEITORES COMENTAM ‘UMA TARDE…’
Por O Santo Ofício | 3 maio, 2010
Por Maria Suely
Bom gestor, … talvez. Mas péssimo guardião do bem público, com certeza. Segurou o concurso para técnicos o quanto pode e ainda deve segurar os técnicos provisório por mais um tempo.
Fecha os olho pro nepotismo que rola solto na UERN.
E fez bem você usar o gravador, porque ele sempre falar no geral para garantir o contrário no detalhe. Muito habilidoso com as palavras, mas pouco honesto quando se trata de mantê-la. Que o diga os colegas no qual ele passou a perna na última eleição para reitor.
Que pensam os leitores sobre o que escreveu o jornalista Franklin Jorge:
• Moura disse:
25 de abril de 2010 às 17:54
O que que é isso que acabo de ler?
• Silva disse:
26 de abril de 2010 às 15:20
Ninguém está onde está por ingenuidade ou por mero acaso. Nesse caso, especificamente, contam-se anos de contigüidade e comunhão em gestões sucessivas que não são conseqüências imprevisíveis de acontecimentos fortuitos ou casualidades, ao contrário, certeza sinonímica de genuína identificação.
O nazareno, filósofo número um entre minhas predileções gnosiológicas, já postulava, em épocas bastante pretéritas, a seguinte máxima, a qual incorporei em meus critérios de avaliação na dialética das inter-subjetividades:
“Diga-me com quem tu andas e eu te direi quem tu és.”
Para os que fingem memórias de curto alcance, é desnecessário lembrar as vantagens do suposto esquecimento nas regalias das leviandades cotidianas que botam sua memórias para funcionar de forma expressiva em sucessões administrativas naquele que é certeza de manutenção e continuidade de uma política voltada (literalmente) para criação de pequenas oligarquias.
• Rafael Meira Gontijo disse:
28 de abril de 2010 às 7:18
Dr. Milton Marques pode ser um péssimo gestor para a UERN (não duvido que o seja), ao agir motivado por interesses politicos e ao adotar posturas que contrariam a normalidade, mas isto não quer dizer que como individuo não seja tudo o que Franklin acaba de dizer dele.
Mais uma vez o jornalista dá aqui prova de que não age motivado por picuinhas: sabe reconhecer o que há de bom e mau em cada um.
Esse patrulhamento mostra o sectarismo de alguns, e a independencia de pensamento do polemico jornalista do Ceará-Mirim.
• Kaka disse:
29 de abril de 2010 às 14:01
Quem te viu, quem te vê, blogueiro.
• Gilmar Guerreiro disse:
29 de abril de 2010 às 21:43
Já dizia o coroné Vingt Rosado: “Todo mundo tem seu preço”.
E com a especulação necessária, esse preço pode se tornar bem vantajoso para quem se vende, digo, para quem vende…
• Francisco Lúcio – Alecrim disse:
30 de abril de 2010 às 6:47
Admiro em você, Franklin Jorge, o espirito de independencia, o não deixar-se manipular por A nem por B. Entendo que neste artigo você se refere ao homem, ao individuo, e não ao gestor da UERN e sua administração desastrosa que você denunciou, quando a própria imprensa mossoroense calava-se! Num meio corrupto desses, você teria obtido grandes vantagens se tivesse ficado calado, mas não calou. Mas uma coisa é o reitor e outra a pessoa, que pode ser gentil (e foi) em suas relações interpessoais e um desastre como gestor da coisa pública.
Continuarei lendo-o e admirando-o.
• Pablo disse:
30 de abril de 2010 às 14:46
Eis ai o Deus da justiça dos alienados, que até uns segundos atras, apregoava a corrupção e o favorecimento a servidores contratados da Uern. Onde dinheiro e pêa não resolver é pq foi pouco.
De UMA TARDE COM O REITOR, 03/05/2010, 18:05




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