FILHO DE NEY LEANDRO AMEAÇA JORNALISTA

Por O Santo Ofício | 25 março, 2010


Da Redação

Abusando de uma linguagem chula, habitualmente usada por seu pai e já documentada em livros e impressos, como uma característica familiar, o radialista Flávio Leandro enviou e-mail ameaçador ao jornalista Franklin Jorge. Expressando-se porcamente num português mal assimilado e incorrendo numa confusa e grosseira falta de estilo que trai o seu despreparo intelectual e ausência de controle emocional, Flávio Leandro, ao afetar machismo e impulsividade, distorce os fatos e pisa na bola, ao tentar transformar o próprio pai em vítima de uma polêmica que começou com uma provocação assinada pelo ojuara.

Desde ontem o publicitário Ney Leandro de Castro vem fazendo tentativas desesperadas para pressionar o jornalista, usando prepostos que apelaram a pessoas ligadas a Franklin Jorge, vítima de seus ataques injuriosos, caluniosos e difamatórios veiculados originalmente no jornal Tribuna do Norte.

Sem mais comentários, transcrevemos abaixo o que escreveu de maneira canhestra e pouco comedida o radialista Flávio Leandro em sua ameaça:

Flávio Leandro disse:
25 de março de 2010 às 1:30

Criatura, o que te faz mexer tanto com quem qualidades que vc, nem em mil vidas não vai chegar nem perto? Lamentável sua vida infeliz. Então fico solidário, pq um home’m, com as agruras de uma vida mal resolvida,só pode ficar em coma ciumenta’, atrás de jogar com a honra de outro, honesto. Você, um ser incompleto, sem vida própria, sem amor, se sentir-se amado, deveria continuar refugiado na sua memória morta, quem te deu essas “asinhas de frango” que se proteja agora.
Pouco me importa sua opção sexual. Até pq tenho amigos gays, que são bem resolvidos e isso nao os faz tiranos e covardes, como vc!
Se esconde em comentários maldosos -feitos por vc mesmo.
Fale dos políticos daqui e os de Brasília, seus roubos, seus rompantes de fúria e covardia contra funcionários humildes… tem coragem para isso?
Criatura infeliz, minha família é feita de homens e mulheres de honra, de luta. Não ouse falar com sua língua podre e nem tão poudo dedilhar nesse espaço democrático sua fúria – contra sua angústia de sua vida incapaz, infeliz. Se te jogaram fora do berço, e hoje vc quer atacar quem tem nome a zelar, pague o preço sozinho, não seja imbecil mais uma vez. Um homem pra valer não fala através BLOG, fala na cara!
Venha falar na minha cara as mentiras que atinge um homem de bem e honesto, que se chama Nei Leandro de Castro, meu Pai. Sou antes de tudo HOMEM. Tenho nome, sobrenome e bom caráter. O que vc tem além da suas mentiras e vontade de aparecer?
Me chame e conversaremos. Nada de ameaça, vai ser na base da diplomacia. Mas não se acovarde. Publique aqui tudo o que escrevi. E prove o que diz. Mais, defenda-se dos que te “amam”.
Mentecapto,

Flávio Leandro.


34 Comentários

Paulo José on 25 de março de 2010 at 15:24.

Franklin Jorge, muitas pessoas que visitam esse blog não estão interessadas em brigas particulares. Isso não interessa ao público mais sério e com interesses de forum social. Não faça desse blog um Big Brother Brazil medíocre.

Reply

Flávio Leandro on 25 de março de 2010 at 16:10.

Realmente não me dei ao trabalho de revisar o texto, antes de enviar para pessoa tão “nobre”, tão “sensata” e tão “esclarecida” como vc. Um gênio. A própria sabedoria Universal personalizada. Que ego inflado, ou seria inflamado?
Perdi meu tempo. Nem raiva tenho de vc, tenho é pena.
Saiba apenas que vc não merece atenção e nem resposta, nem minha e nem do meu Pai. Para quê? Vc distorce fatos e continua sendo covarde e mentiroso. Pobre de espítirito. Õ vidinha sem graça a sua. Se achou ameaçado porque o chamei para uma conversa?
Teu pior adversário é vc mesmo.
Continue com seus ataques e suas mentiras. Sua história medíocre continuará sendo feita, do nada e para o nada. Afinal, quem é vc?
Um ser vazio, sem nada a acrescentar. Apenas querendo incomodar. Quando algum mosquito nos incomoda, abanamos a mão para que ele saia de perto ou jogamos inceticida. E nem lembramos que ele passou.
Mexa mais com quem está quieto. Siga em frente, continue afogando-se na sua mediocridade.

Vá de retro!

Flávio Leandro.

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Flávio Leandro on 25 de março de 2010 at 17:02.

ERRATA para O Blog do sábio sabido.

Ei, gênio, é inseticida. Mas pode ser “inçetiçida” se quiser, importante é o efeito!

Realmente não me dei ao trabalho de revisar o texto, antes de enviar para pessoa tão “nobre”, tão “sensata” e tão “esclarecida” como vc. Um gênio. A própria sabedoria Universal personalizada. Que ego inflado, ou seria inflamado?
Perdi meu tempo. Nem raiva tenho de vc, tenho é pena.
Saiba apenas que vc não merece atenção e nem resposta, nem minha e nem do meu Pai. Para quê? Vc distorce fatos e continua sendo covarde e mentiroso. Pobre de espítirito. Õ vidinha sem graça a sua. Se achou ameaçado porque o chamei para uma conversa?
Teu pior adversário é vc mesmo.
Continue com seus ataques e suas mentiras. Sua história medíocre continuará sendo feita, do nada e para o nada. Afinal, quem é vc?
Um ser vazio, sem nada a acrescentar. Apenas querendo incomodar. Quando algum mosquito nos incomoda, abanamos a mão para que ele saia de perto ou jogam inseticida E nem lembramos que ele passou.
Mexa mais com quem está quieto. Siga em frente, continue afogando-se na sua mediocridade.

Vá de retro!

Flávio Leandro.

Reply

Flávio Leandro on 25 de março de 2010 at 17:03.

Isso é divertido…

Reply

Rogério on 25 de março de 2010 at 17:10.

Ney é covarde e sabe correr. O filho é essa anta que acabei de ler…

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Dalka Correia on 25 de março de 2010 at 17:37.

V. chegou aos 161 mil acessos. É seu blog uma dos melhores canais da blogosfera. Seus artigos são diferenciados. Tenho procurado ler o que escreve. Os ensaios curtos sobre politica, literatura, jornalismo, midias (que tenho lido aqui n´O Santo Oficio, o blog do site franklinjorge.com… Obrigada, meu caro.
PARABENS PELOS ACESSOS.

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Flávio Leandro on 25 de março de 2010 at 18:01.

Rogério Franklin Jorge, covarde e anta!

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rodrigo on 25 de março de 2010 at 18:32.

Sejamos mais civilizados, por favor. Esqueçam essa picuinha. Não vai levar a nada. Polêmica, só se for intelectual. A coisa aí tá ficando braba.

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Flávio Leandro on 25 de março de 2010 at 19:23.

Escrevendo certo ou errado, aqui vai um BASTA:Já me fiz entender…nada mais….o resto, deixemos acontecer.

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Chico Lira on 25 de março de 2010 at 23:23.

Nada é mais provinciano, que os comentários que li a pouco acusando Nei Leandro de Castro de, por ter netos, assumir o pseudônimo de uma mulher, e se passar por ela. Ele deve gargalhar da ignorância desses comentaristas de blog daí. Não há nada de mal nisso, meu Deus. João Ubaldo Ribeiro, Chico Buarque, tantos gênios, já se utilizaram deste expediente. Que censura tola.
Contra eu sou, é o filho de “Neil de Castro” querer defender “papai” com essa valentia de meia-tijela. Isso, não. Se junta aos babacas que li.
Franklin Jorge está de parabéns pela sua coragem profissional.
E eu que pensava que Natal tinha melhorado. Não querem que eu volte mesmo.

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Bernardo on 26 de março de 2010 at 1:16.

Ô babaca! O radialista falastrão, filho do Ney, é a atração deste blog.

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Bernardo on 26 de março de 2010 at 1:18.

Ô valentão!

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Hugo on 26 de março de 2010 at 6:58.

O Flávio é esforçado, bem que tentou…Mas me pareceu nada inteligente e tem uma pessima redação. Dá a impressão que nunca leu um livro ou leu somente os orpoduzidos pelo pai…Aí, nesse caso, tá explicado seu despreparo.

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Ruy on 26 de março de 2010 at 7:19.

Não pensava que o Flavinho fosse esse valentão virtual que está se manifestando aqui, ameaçando Franklin Jorge e querendo “dourar” o papaizinho de qualquer jeito…
Não dá. Nem a valentia do filho, nem o caráter do pai.

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Arlindo Matias on 26 de março de 2010 at 9:57.

Quem diabos é Chico Lira para imaginar que sabemos da existência dele ao ponto de afirmar “não querem que eu volte”, entendi bulhufas de ufas, esse decerto é alguma anta simpática ao Ney Leandro que vem contemporizar aqui.
O filho de Ney deveria ficar quieto, ele só está aumentando o nível das gozações. O pai pelo menos foi sensato e – acabo de olhar na Tribuna – preferiu mudar de assunto, ensarilhou as armas. Desistirá da contenda? who knows?

Engraçado foi ver Franklin Jorge caricaturizado por François Silvestre no seu novo livro, o qual parece daqueles livrinhos de faroeste que vendiam antigamente. Taí: François Silvestre virou um escritor daqueles livrinhos de faroeste, apenas colocando as pitadas da cultura local. Acabei de ler o livro, mal lembro de alguma coisa. Mero digestivo.

E parabéns a Franklin por estar fazendo um ótimo trabalho aqui no blog e no Novo Jornal.

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Flávio Leandro on 26 de março de 2010 at 11:00.

Eu me deixei levar pela indignação de ver alguém que gosto e conheço muito bem, ser ofendido e atacado. Nada mais do que isso. Escrevi o que senti, nem pensei duas vezes. Nada de valentia. E nem da pobreza de espírito dos caluniadores. Mas , indignação sim.
Porém, tenho humildade em reconhecer que errei ao me manifestar de forma bruta e em momento de raiva, atropelando tudo. Se pensasse mais dois segundos não teria escrito nada. Pois não sou de entrar nessas polêmicas. Mas sou de defender qualquer pessoa, quando há injustiça.
O único que realmente colocou o que eu tive vontade no começo e não o fiz, foi o Chico Lira. Bastava aquilo.
Já soube que tem muito mais gente do que eu imaginava que é ofendido pelo autor desse Blog. Eu não vou me preocupar com isso. Nei sabe se defender muito bem. Mas, quem aqui não defenderia o Pai de tantas besteiras que foram escritas.
Pois é, meus caros, foi isso. Quanto a vc, FJ, “nada contra, e nem a favor, muito pelo contrário”, como disse o outro
Me arrependo de ter entrado nesse Blog, porque não dá em nada, a não ser perda de tempo e energia. E a fila dos que estão indignados – por outros motivos, é muito grande, e odeio fila.
Aos respeitáveis leitores, meu sincero descontentamento em ter sido precipitado e, consequentemente, ter dado oportunidadede de ser mal interpretado. Em consideração aos que são do bem e querem apenas boa leitura, saudações.
Flávio Leandro.

Reply

Teteh on 26 de março de 2010 at 16:18.

Nessa penúltima mensagem o Flavinho esmerou-se. Alguém mais letrado certamente escreveu por ele.
Também voltou-lhe o bom senso.
Que rapaz enfezado! Saiu ao pai.

Reply

Romulo on 26 de março de 2010 at 16:25.

“PESSOAS INTELIGENTES”

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia.

Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.

Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 REIS e outra menor, de 2.000 REIS.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.

Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.

‘Eu sei’ – respondeu o tolo assim: ‘Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda’

Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.

A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é. A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história? A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda. A quarta e mais interessante é:
A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.

Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
Moral da História:’O maior prazer de uma pessoa inteligente é bancar o idiota, diante de um idiota que banca o inteligente’ .

Reply

Flávio on 26 de março de 2010 at 18:06.

Teteh, seu comentário recebo como um elogio. Não preciso de ninguém para falar ou escrever por mim.
Creio que o que escrevi sobre o episódio seja o suficiente, mas voltei para agradecer pelo seu comentário. Tenho bom senso, e sou humano, erro. A diferença talvez seja que eu reconheço quando erro. Aproveiro para reiterar o que escrevi por último.
A raiva as vezes nos “cega”. Mas não é que norteia minha vida.
Bom final de semana a todos,
Atenciosamente,
Grato,

Flávio Leandro.

Reply

Chico Lira on 26 de março de 2010 at 21:52.

Olha, aqui só para dizer que, de fato, os mais novos não me conhecem. Embora nascido, criado e formado em Odontologia pela UFRN, só morei em Natal até 1980, visitando-o sempre que posso. Portanto fora há 30 anos.
Mas, minha relação com esta cidade nunca arrefeceu. No começo da década escrevi muitas resenhas para o Diário de Natal, e há três anos um ensaio sobre Veríssimo de Melo, para revista Brouhaha, que me entristece saber fora de circulação.
Em Natal, eu tenho três irmãs e suas famílias, minha filha e dois netos. Mas o que tenho mais, são amigos. Portanto para o rapaz (deve ser um rapaz) que tentou me esnobar, digo que tenho toda liberdade de brincar como brinquei, utilizando um bordão de um dos incríveis personagens de Jô Soares, um exilado, que ao saber pela mulher das más notícias do país(era uma brincadeira com o ex-governador de Pernambuco Miguel Arraes) repetia duas, três vezes a mesma frase: “Você não quer que eu volte Madá”. Foi isso.
Não conheço Nei Leandro de Castro, mas minha admiração pelo escritor, de quem li apenas “As Pelejas de Ojura” é grande. O livro é excepcional.
Por último dizer, que achei elegante da parte do filho, ter reconhecido seu histrionismo.
Ainda volto para Natal, mas desejo me esconder de reacionários como o fulano que quis me igular a ele.
Com um abraço para o competente e corajoso jornalista Franklin Jorge

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rodoválio nunes on 26 de março de 2010 at 23:00.

É triste saber que as pessoas quese dizem inteligentes e cultos,cultuem com tanto fervor ;o ódio,a maledecencia em nome da literatura;ainda mais achando bonito esta atitude covarde e suja deste tal de abimael,um ignorante e drogado;na pior das hipóteses o menos “pior” é o sr.frankilin,que apesar de imperinente trabalha com armas decentes:As palavras.Pior que podem ser honestas,já que ele está em minoria.Toda turba é covarde e mentirosa.

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Alfredo Lopes on 27 de março de 2010 at 7:23.

O Flavinho entrou brabo e saiu manso que só vendo…

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Roseane Leite on 27 de março de 2010 at 7:43.

O comentário do sr. Chico Lira chama a atenção para um fato que não se discute (a não ser por pessoas de má-fé): Franklin Jorge luta com armas decentes, as palavras. Não cai na baixaria, não é vulgar e tem talento e cultura (o que o torna objeto da inveja desses mediocres que o atacam, como o Ney Leandro). Outro “defeito”, Franklin, é esse desprezo aristocrático pela bajulação. Não bajula nem se deixa bajular, o que seria a mesma coisa. Ney é baixo, grosseiro, vulgar, como seus desafetos (dos quais o Ney é um exemplo acabado) que são capazes de usar contra ele os argumentos mais baixos e despreziveis: ai estão os seus escritos para provar. O desgosto de Ney é saber que jamais será o FJ – um homem para quem a literatura, a verdadeira literatura, existe. De tudo o que escreve e do que dizem a seu respeito, só podemos deduzir que o Ney além de tudo é um mau caráter.

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Talvani on 27 de março de 2010 at 7:56.

Parece que os leandros são uns valentões…covardes. Atacam e quando vem a coisa preta, recuam.

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Marcus Quaresma on 27 de março de 2010 at 8:01.

Nei é picaresco e autobiográfico. Segundo contam os mais velhos natalenses, ele já saiu correndo nu, tentando vestir a cueca, para não morrer nas mãos de um amigo que o hospedou e ele, em “gratidão” dormiu com a mulher do amigo (antes de se transformar em “Nathália de Souza”…)

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Tetê on 27 de março de 2010 at 8:53.

Parece que ele correu mais que o Airton Sena, enquanto tentava escapar da surra que queria aplicar-lhe o amigo traído…

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Marcus Silva on 27 de março de 2010 at 14:48.

Quem diabo é Flavinho? Um falastrão! Um subproduto humano. Só v, FJ, para dar um jeito num sujeito arrogante desses.

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Marisya on 27 de março de 2010 at 14:51.

“Cibernéticos e virtuais, nadamos num rio de novidades e nos consideramos moderníssimos. Um turbilhão de recursos trazidos pela ciência, pela tecnologia, nos atrai ou confunde. Se somos mais velhos, nos faz crer que jamais pegaremos esse bonde – embora ele seja para todos os que se dispuserem a nele subir, não necessariamente para ser campeões ou heróis.

Viramos homens e mulheres pós-modernos, sem saber o que isso significa; somos cibernéticos, somos twitteiros e blogueiros, mas não passamos disso. E, se não formos muito equilibrados, vamos nos transformar em hackers, e o mundo que exploda.

Não vamos regredir: a civilização anda segundo seu próprio arbítrio. Mas, como quase todas as coisas, seus produtos criam ambiguidade pelo excesso de aberturas e pelo receio diante do novo, que precisa ser domesticado, para se tornar nosso servo útil. As possibilidades do mundo virtual são quase infinitas. Sua sedução é intensa. Tão enganador quanto fascinante, no que tange à comunicação. Imenso, variado, assustador, rumoroso, ameaçador, e frio, porque impessoal. Nesse mundo difuso somos quase onipotentes, sem maior responsabilidade, pois cada ação nem sempre corresponde a uma consequência – e ainda podemos nos esconder no anonimato, como a maioria faz aqui, covardemente. Criam-se sérias questões morais e éticas não resolvidas nesse território: através da mesma ferramenta que nos abre universos e nos comunica com o outro, caluniamos e somos caluniados, ameaçamos e somos ameaçados, nos despersonalizamos, nos entregamos a atividades estranhas, algumas perversas; espiamos, espreitamos, maldizemos amigos e desconhecidos, odiamos celebridades, cortamos a cabeça de quem se destaca porque se torna objeto de inveja e ressentimento, escutamos mensagens sombrias e cumprimos, talvez, ordens sinistras.

Relacionamentos pessoais começam e terminam, bem ou mal, nesse campo virtual – não muito diferente do mundo dito real, dos bares, festas e trabalho, faculdade e escola. Mas pode ser a estrada dos pedófilos, a alcova dos doentes, ou a passagem sobre o limite do natural e lúdico para o obsessivo e perverso/covarde anonimato. Os que aqui acusam, criticam, inventam, mentem, ainda chamam outros de covardes? Vociferar anonimamente não será a verdadeira covardia?

Como quase tudo neste mundo nosso, duplo é o gume: comunicar-se é positivo, mas sinais feitos na sombra, sem verdadeiro nome nem rosto, podem acabar em fantasmáticas perseguições e males. Singularmente, mas de maneira muito significativa, enquanto estamos velozes e espertos no computador, criando mundos virtuais, e jogando jogos cada vez mais complexos, buscamos o nevoeiro desse anonimato e, na época das maiores inovações, curtimos voar com bruxos em suas vassouras, namorar vampiros e inventar avatares que vão de engraçados a sinistros.”

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Augusto on 27 de março de 2010 at 15:38.

É verdade que o Ney saiu correndo nu, depois de trair um amigo que çeh deu cama e comida? Teria sido este o motivo da sua mudança para o Rio?

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Eugênio(Cidade Alta) on 27 de março de 2010 at 17:31.

Estou sabendo uma história muito cabeluda da aposentadoria do Nei Malandrão como auditor fiscal sem nunca jamais ter dado um prego numa barra de sabão nessa função, até porque morava no Rio de Janeiro. Soube que a Lina Vieira foi contra, mas Garibaldi passou por cima da lei e aposentou o espertalhão.

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CARLÃO on 27 de março de 2010 at 18:04.

PARABÉNS PELOS 162.010 ACESSOS! ANTES QUE ME ESQUEÇA: V. ‘ENQUADROU’ O NEI MALANDRÃO! É UMA PÚSTULA MORAL!

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Milena Figueiredo on 27 de março de 2010 at 22:03.

“Flavinho”, um marmanjo com “inho”… sei não…

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Câncio on 28 de março de 2010 at 8:08.

Bom menino!

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Boy Espada on 28 de março de 2010 at 16:49.

que pai é esse, flavinho?

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