GRIPE A:RS E AM CONFIRMAM MAIS 3 MORTES

Por O Santo Ofício | 26 agosto, 2009

Do MSN Noticias

Por Solange Spigliatti, Agencia Estado

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São Paulo -As Secretarias Estaduais de Saúde do Amazonas e do Rio Grande do Sul confirmaram hoje a morte de três pessoas causadas pelo vírus da Influenza A (H1N1), a chamada gripe suína. Um garoto de 2 anos foi a segunda vítima da doença no Amazonas. Ele estava internado desde o dia 15 e morreu na terça-feira da semana passada, quando foi transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital em Manaus. No mesmo dia foi coletada a secreção e levada para exames no Instituto Evandro Chagas, que confirmou ontem a doença. Segundo a secretaria amazonense, foram registrados em todo o Estado 52 casos da gripe A.

No Rio Grande do Sul, duas mortes causadas pelo vírus foram confirmadas ontem. Uma delas é de um homem de 42 anos, morador de Alpestre. Ele estava internado desde o dia 4, em Passo Fundo, e sofria de hipertensão. A outra morte, segundo a Secretaria de Saúde gaúcha, ocorreu na segunda-feira em Caxias do Sul. A vítima é um morador de Guaporé, de 27 anos. Agora, o Rio Grande do Sul já confirmou 96 óbitos por consequência da Influenza A (H1N1).

Americana-SP confirma terceira morte por gripe suína

Por Fabiana Marchezi, Agencia Estado

 

A Secretaria da Saúde de Americana, no interior de São Paulo, confirmou hoje a terceira morte decorrente do vírus influenza A (H1N1), a gripe suína, na cidade. De acordo com a Secretaria, trata-se de um homem de 52 anos, que foi internado no último dia 6 e morreu no dia seguinte. Ele não tinha nenhuma doença pré-existente. A enfermidade foi diagnosticada pelo Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. O município tem outros dez casos confirmados da doença. Três pessoas aguardam os resultados dos exames.

Hoje, a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, informou que todas as escolas da rede e diretorias de ensino do Estado vão receber um vídeo com participação de médicos especialistas para orientar os docentes sobre a Influenza A (H1N1). De acordo com a Secretaria, as recomendações são dadas por especialistas do Instituto de Infectologia Emílio Ribas e da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), reunidos em uma série de entrevistas comandadas por David Uip, diretor do Emílio Ribas.


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