UERN: blog de Zé Ronaldo repercute matéria

Por O Santo Ofício | 11 junho, 2009

Da Redação

O professor doutor José Ronaldo, candidato a vice reitor na última eleição, comenta em seu blog declarações do reitor da Universidade Estadual [UERN] Milton Marques. Ele também comenta a participação deste blog no processo de reestruturação da instituição que tem uma estrutura defeituosa que vem sendo mantida apesar de sucessivas denúncias sobre contratos provisórios já existentes há 18 anos.

De fato, trouxemos à discussão e ao conhecimento da opinião pública um fato que dormitava tranquilamente nas gavetas do reitor, embora constituindo-se numa irregularidade gritante cuja solução não podia mais ser postergada, apesar da lentidão do Ministério Público e do Ministério do Trabalho em fiscalizar a aplicação do Termo de Ajustamento de Conduta[TAC] aplicado pro forma há cinco anos. um duplo escandalo: a morosidade da UERN em cumprir a lei e da Promotoria de Defesa do Patrimônio e da Delegacia do Trabalho em fiscalizar e aplicar as sanções cabíveis.

Tivesse o trato sido cumprido fielmente e hoje a UERN teria apenas pouco menos de 30 dos 413 contratos provisórios. E, em setembro, o último deles teria sido demitido e a UERN estaria apta a promover o concurso público para preenchimento das vagas, dessa vez de maneira legal e em justas condições. Contudo, com base no documento enviado pela direção da UERN à governadora, reivindicando a reforma estrutural da instituição universitária, tudo leva-nos a crer que este número subiu para 434 no período eleitoral ou pós eleitoral.

Pelo menos uma coisa é certa: o vice reitor reeleito está distribuindo Dedicação Exclusiva com pessoas que apoiaram a chapa oficial, fato que merece ser investigado, juntamente com a questão do convenio celebrado com a Universidade de Cuba para a concessão de doutorados a professores da UERN, uma ação que acabou redundando em um grande fiasco embora tenha custado em consideráveis recursos aos cofres da instituição. Há, nessas concessões promovidas sem critério um claro indicio de troca de favores entre servidores e a direção da UERN, questão que começa a provocar murmúrios na comunidade acadêmica.


36 Comentários

Miracy Costa, Redinha-Natal on 12 de junho de 2009 at 7:03.

Terceirização é sinonimo de corrupção, a governadora [quando prefeita de Natal] que o diga! Esse arrumadinho que está sendo proposto conm a chancela do Ministério Público vai ser ainda muito pior do que os contratos provisórios, podem ter certeza. É sair de sobre as brasas para cair nas labaredas!

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Eugênia Azevedo on 12 de junho de 2009 at 7:54.

A corrupção na Uern acabou se beneficiando da morosidade da justiça. A Promotoria de Defesa do Patrimônio, a Delegacia do Ministerio Publico e o Tribunal de Contas do Estado não agiram como deviam. Deixaram a coisa rolar, apesar do Termo de Ajustamento de Conduta assinado ainda na primeira metade desta década. Se este blog não tivesse levantado a questão e mobilizado a opinião pública, tudo ainda estava na mesma: em ponto morto… Depois desta ação do blo “O Santo Oficio”, esperamos que o jornalista Franklin Jorge chame a atenção das autoridades para o caso do convenio da Uuern com a Universidade de La Habana, um escandalo talvez ainda maior do que esse dos contratos provisórios. Foi muito dinheiro jogado no ralo, senhor promotor da Defesa do Patrimônio. Muito, muito dinheiro!

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Paulo B. on 12 de junho de 2009 at 10:43.

É verdade Miracy. Então, esta “terceirização” é uma farsa? Como será isso? O gverno repassa a verba para essa firma intermediária. Depois esta firma tira a sua parcela e, em seguida repassa, o restante para os funcionários, é isso?? Minha nossa. Gostaria de saber mais a este respeito.
Minha Santa Luzia! Será se é isso mesmo? O Djabo é quem não duvida!!!!

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João Carvalho on 12 de junho de 2009 at 10:44.

Olá Franklin Jorge,
Parece que o seu texto misturou duas informações: a postagem do blog do prof. Zé Ronaldo com um comentário de um leitor do seu blog. No blog só tem a informação, parece que a análise do discurso foi feita no Santo Ofício, por um dos leitores. Cheque isso, certo?

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Afrânio on 12 de junho de 2009 at 10:59.

Pelo que circula nos meios academicos, vai haver um arrumadinho sim. é sintomático essa “solução” encontrada, de terceirizar serviços. O MInistério Público está snedo muito concessivo com a Uern. Lamentável, dr. Eduardo!

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João Ricardo Carvalho, Areia Branca. on 12 de junho de 2009 at 11:07.

Essa terceirização de serviços que consta do projeto encaminhado à Assembleía tem toda pinta de armação. Deve ter sido o mecanismo encontrado para manter os servidores provisórios sem chama a atenção da opinião pública. Olho vivo, Franklin Jorge!

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Paulo B. on 12 de junho de 2009 at 11:24.

Apenas 413 contratos “provisórios”? Acho que tem bem muito mais… O problema é o seguinte: enquanto as autoridades competentes não derem esclarecimentos oficiais ao público, toda essa questão fica recheada de suspeitas. É por isso que numa sociedade democrática onde os bens de uma sociedade é (ou deveriam ser) comuns a todos as ações políticas devem ser bastante transparentes. Caso contrário, um caos se instala, tendo com os principais responsáveis aqueles cujo dever é promover democracia.

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Renata on 12 de junho de 2009 at 11:53.

Terceirização? É piada, não é? Então mesmo depois de tudo só vão fazer concurso para alguns? Aposto que uma das cláusulas do contrato será: empregar os apadrinhados que já estão nos cargos. Empresa pública tem de fazer concurso senhor promotor, CONCURSO. Terceirizar é piada de mau gosto. Com isso já podemos prever quem passará nesse concurso. Vão fazer cursinho para os funcionários atuais, vão usar alta pontuação nas “provas de títulos”, vão caprichar na peneira das provas práticas, enfim vão efetivar a patota e ainda aproveitar para limpar o ambiente tirando os “rebeldes”. Valeu Milton, tá enrolando o promotor direitinho.

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Telma Nogueira on 12 de junho de 2009 at 14:01.

Esse concurso promete. Se não for bem fiscalizado vai servir para efetivar os atuais provisórios.

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Francisco Netto on 12 de junho de 2009 at 15:32.

Não acredito de jeito nenhum nessa providencia. Eles vão mudar para tudo continuar como está.

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Patricio Paiva de Azevedo Maia on 12 de junho de 2009 at 16:55.

Franklin, estou acompanhando o sucesso do seu blogue. Os acessos não páram. Parabéns. É a qualidade do que v. escreve atraindo e conquistando leitores em busca do jornalismo autêntico. V. não podia ter tido uma idéia melhor, do que criar e manter esta publicação que está contribuindo também para ajudar esse problema da UERN que estava encubado e v. pôs em evidencia. Todos que acompanham seu trabalho, como eu o faço há mais de 30 anos, sei da importancia do que faz e das terriveis perseguições e calúnias de que tem sido vitima. É a inveja de gente mediocre incapaz de fazer alguma coisa boa para todos. Continue firme e forte, fazendo o que v. sabe fazer como ninguém: escrever e dar “voz a quem não tem voz”.

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Francisco Santos on 12 de junho de 2009 at 19:03.

Milton está enrolando o promotor e vai se dá bem denovo. Ora, o acordo terminava em setembro, e ele deveria ter feito vários concursos, começando em 2007, não fez nenhum, não demitiu ninguém e ainda vai ganhar mais um mês? É brincadeira… Eta Brasil sem jeito, imagina se isso fosse na China, haveria paredão e tudo, nos USA ele teria sido processado e preso, mas aqui ganhou um segundo mandato, vai se aposentar incorporando mais de 10 mil reais de gratificação, e ainda pode ser deputado. Não fosse o Santo Ofício, ainda teria sua áurea de homem bom e honesto imaculada. Eta Brasil, eta “universidade”, eta Mossoró da peste!

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Ranilson Gomes on 12 de junho de 2009 at 19:07.

Doutor Milton enterrou-se na lama, gostou e vai ficar por lá. Basta olha para ele que se ver que já está fedendo faz tempo. Corrupção é praga que se alastra, é um câncer que sempre acomete os fracos. O reitor da UERN perdeu a direção da universidade, é um fraco, está na mão do grupo do ex-reitor e não pode fazer nada. Quem diria? A que ponto esse homem chegou, é de dar vergonha.

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Nildo Soares (João Pessoa/PB) on 12 de junho de 2009 at 19:32.

Esse concurso vai ser concorrido e eu até o faria, mas pelo que tô vendo vai ser um tremendo pega trouxa. Ô país esculhambado, vivemos num país sem lei.

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Rogério Márcio on 12 de junho de 2009 at 19:40.

Estão falando em criar mais um campus da UERN (em Apodi). Fazer escolinha para dar diploma de 3o. grau é fácil, mas fazer universidade de qualidade é difícil, e isso essa patota que controla a UERN não sabe fazer. Na verdade tem sido uma pedra no sapato daqueles que querem fazer da UERN uma universidade de verdade. Esses infelizmente ainda são minoria.

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Arlinda Dias on 12 de junho de 2009 at 19:46.

Tenho a solução para o problema. Simples: vamos privatizar de vez a UERN. Quem sabe o doutor Milton não a compra? Ou então vende para um amigo dele. De qualquer forma poderia ele e o seu vice legalizar a bagunça que estão fazendo.

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Boy Sandro on 13 de junho de 2009 at 1:44.

A idéia de Arlinda é muito boa. Mas tem um lado negativo: se o reitor a comprar, vai pagar péssimos salários como paga aos jornalistas que trabalham em sua emissora de TV.

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Sílvio Sales on 13 de junho de 2009 at 12:59.

Alguém me responda se é legal, do ponto de vista da lei, fazer o que a presidente do sindicato dos funcionários está planejando fazer. Ela vai convidar os diretores das faculdades e campus avançadas para solicitar a liberação, em horário de trabalho, dos contratos provisórios para fazer um cursinho. O cursinho é para se preparar para o concurso. Ela não diz mas parece que vai haver um caixa 2 para arrecadar fundos (da UERN, naturalmente) para o cursinho. Isso é legal?

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Paulo B on 13 de junho de 2009 at 17:50.

Desde quando esse povo da uern está interessado em legalidade? Ela foi contemplada com aquele primeiro trenzão da década de oitenta e agora está lutando pelo resto do vagão das décadas posteriores contendo alguns de seus familiares.

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Luis Josino Tavares - Tirol on 13 de junho de 2009 at 18:22.

O que começa mal termina mal… Todos esses escãndalos envolvendo a UERN provam que a instituição tem sido mal gerenciada; que sempre esteve nas mãos de pessoas inescrupulosas e antiéticas. Eu fazia outro juizo do atual reitor: nunca me passaria pela cabeça que ele pudesse ser conivente com tanta desonestidade. Deus permita que ele nunca concretize seu sonho de entrar para a politica, pois vai dar banho de lama no parlamento que vive enlameado.

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Rodrigues on 13 de junho de 2009 at 18:24.

Acho que vão enrolar o povo denovo, dessa vez Milton se superou. Vai levar todo mundo no bico e a UERN que se d… Virou um plitiqueiro com todos os vícios e fazendo todos os malefícios com o dinheiro do povo. Quem viver verá que o promotor vai ser levado na conversa.

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Valdivan Marques - Paredões on 13 de junho de 2009 at 20:21.

Comenta-se muito no meio acadêmico que esse projeto [com data retroativa] encaminhado pelo reitor à governadora e a governadora à Assembléia está eivado de vicios e ainda não é a reforma legal que seria de se desejar para a UERN, esse curral eleitoral que está servindo para dar emprego e sinecuras a candidatos derrotados nas últimas eleições. Pior é a inoperancia do Ministério Público [leia-se o promotor de Defesa do Patrimônio], uma grande decepção. Tememos todos que tudo, mais uma vez,a cabde em pizza [no caso em "buchada" ou "mão-de-vaca", que aqui em Mossoró gosta-se mesmo de comida pesada e indigesta].

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Rodrigues on 14 de junho de 2009 at 9:09.

E os contratos mais antigos, viraram efetivos foi? E o promotor não está vendo isso não é? 413 contratos uma ova, tem é muito mais. Incrível como o promotor está agindo, sendo benevolente com os corruptos. Wilma de Faria, deveria ser a governadora que faz (não FARIA), pois o seu lacaio, o reitor Milton Marques, está garfando a UERN da forma mais descarada possível. Enquanto seu vice faz acordos esquesitos, sem licitação, sem planejamento e enterra o dinheiro público, o reitor leva avante seu projeto politiqueiro às custas do erário. E o promotor? Esse parecia que resolveria o problema, mas foi levando no bico, ou coisa pior…

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Florinda Barbosa on 14 de junho de 2009 at 9:14.

Essa é uma mancha que não se apagará da imagem do Ministério Público do RN. Onde já se viu, tentar enganar o povo, que ele devia defender, resolvendo um problema dessa ordem pela metade. Que vergonha doutor Eduardo? Estou decepcionadas. Conheço gente que trabalha na UERN há muito tempo, que entrou sem concurso, está perto se aposentar, e ainda faz piada com senhor. E como ele tem muitos, ele disse. É um absurdo.

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Galdêncio on 14 de junho de 2009 at 9:19.

O marido da presidente do SINTAUERN (sindicato dos funcionário) entrou na UERN nos anos noventa, chegou num dos primeiros trens da alegria que estacionou na UERN. Trabalha como secrtário, embora não tenha qualificação para isso, recebe além do salário, uma boa gratificação e não fará o concurso porque o MP só está vendo os contratos mais novos. E não é só ele, tem vários… Vamos dormir, com esse barulho? Dr. Eduardo, não é por aí… o senhor tem um nome a zelar, não entre nesse barco furado do reitor.

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Paulo B. on 14 de junho de 2009 at 15:33.

Essa presidenta da sintauern é cheia de onda. Sem outras capacidades, esse é o único expediente que ela encontrou para fazer política. Totalmente desviada da ciência política que objetiva compreender os fenômenos da vida social e procura gerenciar, de uma forma igualitária e justa, os negócios públicos. A Dona Rita, os funcionários e, principalmente, os administradores dessa universidade sabem que esses contratos não são legais e que são, de fato, provisórios e que a recontratação após dois anos de serviços prestados ao mesmo estabelecimento pelo mesmo servidor é crime contra a constituição vigente. Todos, todos sabem que se trata de contrato provisório. Agora, é claro que os funcionários não são culpados por essas contravenções, mas sabem que não são efetivos. Eles têm plena consciência disso desde o início. Já quem os contratou vem se beneficiando de sucessivas releições como consequenencia do curralzão que formaram. Quanto aos “cursinhos” que alguém mencionou em alguma postagem anterior, qualquer pessoa pode fazer cursinho. Porém se for da UERN, tem que haver divulgação e tem que ficar aberta ao acesso público. Sinceramente, essa administração da uern é de entristecer qualquer cidadão que luta por uma sociedade de pessoas com melhores perspectivas educacionais. É lamentável e desesperante ao mesmo tempo. Esperava outras atitudes daqueles quem têm uma folha de papel conferindo-lhes um nível de educação “superior”.
Após setembro o foco das atenções deve ser o MP. Enquanto isso esperamos esclarecimentos deste órgão que se intitula como advogado do povo. Gostaríamos que o FJ entrevistasse os Senhores deste ministério. O MP tem um dever a fazer e o povo tem o poder de exigir e fazer cumprir porque é democrático e é assim nas sociedades democráticas modernas. Não podemos ficar na contra-mão da história e sermos deixados para trás.

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Rogério Benevides on 15 de junho de 2009 at 7:16.

Não acredito que dr. Eduardo tenha abandonado a defesa do patrimônio público. Ele está nessa função para fazer valer a lei.

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Olavo Santos on 15 de junho de 2009 at 10:31.

Sou um cidadão comerciante que trabalha, que paga todos os seus impostos e que tem filhos, filhos formados, porém desempregados. Nunca tiveram padrinhos em empresas públicas, pois por questões de princípios, eu não permito. No caso da UERN, fico extremamente indignado que há tanto tempo impere essa situação, com o aval de pessoas que antes eu considerava séria, como é o caso do dr. Milton. Fico triste, fico triste com o estado, com o governo e com a justiça. E exijo, como cidadão, investido do meu direito de cidadão, que os meus filhos tenha direito de fazer um concurso justo para o serviço público, como garante a Constituição do Brasil, e que seja feito justiça com as penalidades da lei aplicadas a essas pessoas que se aproveitam do patrimônio que é de todos. Reitor, a UERN na é uma empresa privada, ela é pública, e o senhor seja mais responsável. Promotor, o senhor tem o dever de aplicar a lei, pois é pago pelo povo para isso. Estou indignado e enojado de saber que isso acontece na minha cidade e dentro de uma universidade que precisa ter credibilidade.

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Doquinha P on 15 de junho de 2009 at 14:54.

Meu caro Rogério, quando tempo ainda será necessário para você acreditar? Há mais de 18 anos e temos certeza que todo esse pessoal sabe de coisas que nós nem imaginamos. O que sabemos são apenas deslizes que vieram a tona graças a este blog. Se a canoa não virar olê, olê olá (esse negócio vai longe). Franklin Jorge, por favor, entreviste o Ministério Público e solicite dele o relatório da inspeção. Temos o direito de saber. Não seria necessário o povo fazer essa solicitação já que se trata de uma repartição pública.

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Galdêncio on 15 de junho de 2009 at 20:59.

Na entrevista pergunte pelos contratos mais antigos, alguns parece que já até se aposentaram como funcionários públicos, sem terem feito concurso.

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JANUNCIO SILVA on 18 de junho de 2009 at 11:30.

A situação é difícil, precisa ser corrigida muita coisa na universidade. Seu blog mostrou-se uma universidade que não conhecia. Esses administradores precisam zelar por esse patrimônio, por vontade própria ou por força de justiça.

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Doquinha do Vale do Assu on 18 de junho de 2009 at 14:42.

Doquinha do Vale do Assu

Sei que não é nenhuma novidade para muitos as aventuras do Dr. Vice. Soube recentemente que a última edição da revista Expressão foi publicada em 2004. Sei também, que os professores pagam uma taxa simbólica mensal para ajudar na manutenção e na continuidade das futuras edições. Agora o que eu não sabia é que o vice-reitor e ex pro-reitor da pro-peg tinha colocado um funcionário com “contrato provisório” para coordenar um editorial de revista científica. É por isso que ele sempre se dá mal em suas investidas acadêmicas e, com isso, toda a universidade sofre as consequencias. Mas quem paga é o contribuinte.
Agora resta uma dúvida: a troco de que esse vice reitor sob o olhar indiferente do reitor daria uma coordenação e um contrato provisório sem eleição, sem consulta sem nada a um rapaz que nem sequer se submeteu a nenhum critério seletivo e que entra e sai da universidade quando bem quer? Há algo estranho nisso tudo…

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Vale do Assu on 19 de junho de 2009 at 13:27.

Vale do Assu
Sei que não é nenhuma novidade para muitos as aventuras do Dr. Vice. Soube recentemente que a última edição da revista Expressão foi publicada em 2004. Sei também, que os professores pagam uma taxa simbólica mensal para ajudar na manutenção e na continuidade das futuras edições. Agora o que eu não sabia é que o vice-reitor e ex pro-reitor da pro-peg tinha colocado um funcionário com “contrato provisório” para coordenar um editorial de revista científica. É por isso que ele sempre se dá mal em suas investidas acadêmicas e, com isso, toda a universidade sofre as consequencias. Mas quem paga é o contribuinte.
Agora resta uma dúvida: a troco de que esse vice reitor sob o olhar indiferente do reitor daria uma coordenação e um contrato provisório sem eleição, sem consulta sem nada a um rapaz que nem sequer se submeteu a nenhum critério seletivo e que entra e sai da universidade quando bem quer? Há algo estranho nisso tudo…

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Nestor do Alto-Oeste on 20 de junho de 2009 at 14:13.

Estou por dentro, Doquinha. Entrar e sair significa que o cargo é supérfluo quando num período de mais ou menos dois anos esse funcionário pediu demissão e ficou afastado do cargo para assumir, durante esse tempo, um provisório na CEFET. Lá, é provisório mesmo – é até no máximo 2 anos e pronto e a referida vaga não foi preenchida por outro funcionário(voltou na véspera da campanha de seu querido vice e isso quer dizer que as portas estarão sempre abertas para quem o vice quiser como se o estabelecimento fosse dele). Um exemplo desse dá para justificar o porque a UERN ter mais funcionários do que a UECE que se situa numa cidade com mais de três milhões de habitantes.
Acho que os poucos professores que não são coniventes com essa falta de seriedade numa instituição científica e pública deveriam sustar de seus vencimentos essa taxa de manutenção. QUE POUCA VERGONHA! É vergonhoso também ser conivente. E fazer vista grossa? Também!! A UERN está cheia de arrumadinho e isso tem que acabar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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