UERN: falta segurança no Núcleo de Umarizal

Por O Santo Ofício | 15 maio, 2009

Transcrito do Blog do Prof. José Ronaldo


Os alunos do núcleo da UERN em Umarizal estão sem aulas. Os professores paralisaram suas atividades em função da falta de segurança na viagem para aquele núcleo. Os docentes já foram vítimas de três assaltos, tendo o último ocorrido na quinta-feira 07/05.Assaltos a carros da UERN naquela região têm sido freqüentes. Os assaltantes já chegaram a atirar contra um carro que transportava professores do Campus de Pau dos Ferros.

Para retornarem às suas atividades os docentes exigem que sejam tomadas medidas que garantam uma viagem segura. Outra opção é a disponibilidades de um local para que eles possam pernoitar em Umarizal.

 


26 Comentários

Boy Chibata on 15 de maio de 2009 at 1:05.

É a cara do governo da Tia Wilma que se queixa de ser professora.

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Rita on 15 de maio de 2009 at 10:59.

O carro que leva professores para São Miguel também já foi assaltado várias vezes. A interiorização da UERN só será possível quando houver segurança nas estradas do RN. Mesmo que não tenha acontecido nada mais grave ainda (se é que se pode considerar um assalto algo não grave), o constrangimento que os vítimas passam deixa seqüelas. É preciso repensar a interiorização da UERN.

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Prof. Rafael on 16 de maio de 2009 at 9:54.

Viva a interiorização da UERN! Os núcleos são na verdade um sorvedoro de dinheiro que não forma ninguém. É uma verdadeira fábrica de diplomas que também devia ser investigada.

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Dorinha Cerqueira do Monte [Tirol] on 16 de maio de 2009 at 18:16.

Simplesmente inacreditavel! Cadê a “professora” Wilma?

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Fábio on 16 de maio de 2009 at 22:44.

Caro “prof. Rafael”, passando ao largo de toda essa discussão sobre contratos provisórios no âmbito da UERN, vossa senhoria deveria tem mais respeito pelos profissionais que lá trabalham. Sou professor da instituição e ministro aula, religiosamente toda semana, em um núcleo avançado que, diferentemente, do que vossa ignorância atesta, funciona a contento formando, semestralmente, novos profissionais que impulsionarão tanto suas vidas pessoais quanto o desenvolvimento das regiões em que estão inseridos. Procure informar-se e conhecer a realidade dos núcleos para desfazer sua ingnorância quanto ao funcionamento desta importante forma de interiorização do ensino superior. Portanto, vossa senhoria respeite a grande maioria dos profissionais que trabalham na UERN e que não estão envolvidos com qualquer suposta irregularidade que venha a acontecer na universidade.

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R. Tavares on 16 de maio de 2009 at 22:52.

Segurança nunca foi uma prioridade do governo Wilma. Os equipamentos que forneceu para a PM é insuficiente para combater o crime, a polícia é mal treinada, e por aí vai. Por que com os professores da UERN seria diferente? Quando acontecer algo mais grave vão tomar providência, não é assim, sengor doutor reitor? Sempre que ocorre um assalto, e já foram vários, a professores da UERN ele fala que vai entrar em contatos com autoridades, etc., etc. e etc. Fica nisso e o tempo vai passando e as coisas acontecendo. Parabéns aos professores do núcleo de Umarizal que protestaram paralisando as aulas, somente assim se fará alguma coisa por eles.

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Tärcisio Gurgel Filho on 16 de maio de 2009 at 23:35.

O prof. Fábio deve ser mais um desses “contratos provisórios”. Oum um mal leitor, o que agrava a sua condição, pois o minimo que se espera de um professor é que seja capaz de ler: ler, interpretando e entendendo os fatos. Não foi o que aconteceu aqui: em nenhum momento o prof. Rafael agrediu seus colegas. Ele defendeu apenas a qualidade do ensino e criticou núcleos que funcionam sem condições adequadas, com professores e alunos sendo assaltados a todo instante sem que os gestores da UERN – leia-se o reitor Milton Marques e o vice-reitor Aécio Cândido – de braços cruzados, sem nada fazerem para manter a integridade de alunos, funcionarios e professores.

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Violeta Medeiros on 16 de maio de 2009 at 23:36.

A Uern, pelo que me toca, é caso de policia!

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Danilo O. Jr. on 17 de maio de 2009 at 11:58.

É isso mesmo Violeta. Mas numa inversão de valores, a polícia , no dia da campanha, esteva lá exatamente para que os contratos provisórios e os professores com cargos de “confiança” podessem fazer, tranquilamente, boca de urnas e intimidarem os “colegas” que pretendiam votar a favor da outra chapa. Estavam lá dois policiais ao lado de um monte (desculpem o termo) de assessores, pro-reitores e técnicos às portas das salas onde estavam urnas.
Como era algo que realmente causa revolta, eles mesmos chamaram a polícia.

Meus caros, que grande falta de respeito para os próprios funcionários com contratos provisórios dessa instituição: Esses “doutores” fazerem os funcionários acreditarem (mesmo através da força) que a reeleição é garantia de renovação( ad perpetuam … )de seus contratos mesmo sabendo que eles não têm autoridade para fazer isso.

A “oposição” deveria ter filmado. Vi até professor de “direito” por lá.

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Marlene Pereira on 17 de maio de 2009 at 13:11.

Acabei de ler o prof. Danilo e fiquei de queixo caído…Graças a Deus a oposição foi fragorosamente derrotada nas últimas eleições na UERN, porque nunca vi um povinho mais incompetente do que este. Sou muito sincera: acho preferivel a corrupção que impera hoje na nossa Universidade Estadual do que a incompetencia que se implantaria com uma eventual vitória da oposição representada pelo prof. Gilton, candidato derrotado ao cargo de reitor. Nas mãos da atual diretoria a corrupção “vai bem, obrigado”, ao passo que nas mãos desses incompetentes oposicionistas até isto a UERN perderia: o pódio da mais corrupta instituição oficial. Vou explicar com todas as letras meu pensamento: lendo o que tem sido publicado aqui, pela oposição ao reitor Milton Marques que nem doutor é, num momento em que as universidades só contratam professores pós doutorados, vejo que a oposição é muito lerda em ações e em estratégias, pois só deu sinal de vida depois de massacrada nas urnas quando bem podia ter feito o maior escarcéu…
Todo esse material explosivo que chega agora ao nosso conhecimento deveria ter sido colocado como carro-chefe da campanha da oposição e divulgado amplamente para o bem público.Não foi o que aconteceu: a oposição deixou para fazer oposição depois de derrotada, quando Inês era morta e o leite estava já derramado… Ô gentinha incapaz! É bom que continue amargando essa e outras grandes derrotas que se Deus quiser hão de vir para desmoralizar acadêmicos tão insignificantes.

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Vauclenes Dias on 17 de maio de 2009 at 15:25.

Parece que com esta bomba a Marlene vai calar para sempre a oposição na Uern. A bicha – no bom sentido- tem argumento e munição para calar esses incompetentes que teriam ficado no anonimato mais cmpleto se Franklin Jorge não tivesse aberto este espaço para veicular a timida campanha contra o atual reitor e vice reitor da Uern. Se durante o processo eleitoral a oposição tivesse municiado o jornalista de argumentos e provas contundentes, como faz agora depois de derrotada, a coisa teria sido bem diferente. Sorte do dr. Milton e do prof. doutor Aécio Cãindio…

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Fábio on 17 de maio de 2009 at 18:32.

Caríssimo Tarcisio, não sei como funciona em sua profissão, mas na condição de professor, ler que você participa de uma “fábrica de diplomas” é, no mínimo, irresponsável. Não sou provisório como sua tortuosa inteligência possa pensar, pois sou produto de uma seleção extremamente explícita e rigorosa sobre meus conhecimentos técnico-teórico-didáticos. Não tenho e nunca tive cargo comissionado na administração da UERN e não sou partidário de nenhuma “corrente ideológica” dentro da universidade. Mas exijo respeito quanto a minha licitude profissional que, em qualquer profissão, deve ser respeitada desde que se prove o contrário. Alguns núcleos realmente funcionam de forma inadequada, mas daí generalizar a situação para o todo, é falta de clareza e de argumentos para assentar uma opinião crítica acerca de uma situação real. Conheça toda a realidade antes de formar sua opinião. Essa é a atitude de qualquer pessoa, cientista ou não, com um mínimo de bom senso.

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Boy Manero on 17 de maio de 2009 at 19:55.

Bravo, prof. Fábio! É isso aí, meu véi! Mete bronca nesse puxa-saco.

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R. Tavares on 17 de maio de 2009 at 20:23.

Não sei vocês perceberam, mas Marlene e Vauclenes na verdade estão tentando mudar o foco das discussões aqui. A questão não se há oposição estrategista ou lerda, como dizem, a questão é que há uma situação irregular na UERN que precisa ser corrigida a bem do serviço público, não percam o foco. Quanto a campanha e mesmo antes dela, só para citar, muita coisa muita coisa foi dita e pouca coisa foi publicada meus caros. Esqueceram quem manda na impressa de Mossoró foi? Mesmo agora, passada a campanha, veja quem está publicando esses casos, é a imprensa de Mossoró? Ora, não achem que somos ingênuos para cair nessa! Vocês não vão mudar o foco da questão, que é a corrupção instalada na adestração central da UERN.

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César (Nova Betânia) on 17 de maio de 2009 at 20:27.

Marlene Pereira acha que somos trouxa é? Tá querendo desviar os leitores de Franklin Jorge do problema dos contratos e do doutorado de araque, que custou algumas dezenas de milhões à UERN, sem resultado? Não pense que somos bobos, viu minha cara?

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Cristiano (Olho D´agua dos Borges/RN) on 17 de maio de 2009 at 20:35.

Sou aluno do núcleo de Umarizal e também fui aluno do Campus de Mossoró. Conheço bem a realidade das “duas universidade”. Não falo dos professores, que se dedicam de verdade e até porque são os mesmos nas “duas universidade”, mas não podemos chamar os núcleos de UNIVERSIDADE, não quem conhece as duas realidade como eu. No núcleo não temos extensão, não temos iniciação científica, não temos monitores, não temos professores para tirar dúvidas, não temos biblioteca, não temos sala de estudo, não vamos a congressos, não temos laboratórios, enfim, não temos vida acadêmica. Prof. Fábio, sei que o senhor não foi formado em um núcelo, imagino que passou por uma universidade de verdade, então analise friamente e me responda: o núcleo é mesmo um universidade? Meu diploma será igual ao de quem se formou em Mossoró, mas a minha formação é igual a dele? Sinceramente, os núcleos não são uma beleza, mas não por culpa dos professores, pois são seres humanos e não santos milagreiros.

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Teresa Maia on 17 de maio de 2009 at 20:39.

Que igênuos, tão querendo acabar com a discussão mudando o foco… Marlene, tu não vai conseguir desviar a atenção dos leitores não viu, lindinha?

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Raimundo Gomes (Mossoró) on 17 de maio de 2009 at 20:49.

Só para constar Dona Marlena, o material explosivo que você fala aí foi resultado de denúncias feitas muito antes do processor eleitoral. Na verdade o dos contratos provisórios já faz mais de 4 anos. E o do mestrado, essse já faz mais de dois anos. Com disse, só para constar. E não tente desviar o assunto para proteger os seus, ok?

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Vauclenes on 17 de maio de 2009 at 22:33.

Parece que Marlene mexeu nos brios da oposição: o banzé está feito, mas a realidade continua imutável: a oposição foi lerda durante o processo eleitoral na Uern não usou provas contundentes para informar à opinião pública sobre o que se passa intramuros da nossa Universidade Estadual. Eu fico só imaginando o estrago que este blog teria feito na imagem do atual reitor, em termos nacionais, se as oposição de ontem tivesse sido tão aguerrida como é hoje e tivesse “municiado” o jornalista de informações. Prof. Fábio e outros: a realidade é dura, mas é a realidade. Vocês não tiveram estratégia de campanha nem souberam tirar proveito da corrupção que grassa na reitoria e contamina toda Uern.

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Rita on 18 de maio de 2009 at 9:59.

Vauclenes, campanha numa universidade é feita com proposta, não lavando roupa suja. Mas, não nos disviemos, vamos voltar ao assunto: a precária infraestrutura dos núcleos. Conheço a realidade dos núcleos de Areia Branca, Macau e Touros, não posso dizer outra coisa senão que a situação é lastimável. No caso de Areia Branca, nada justifica aquele núcleo lá, com Mossoró a 30 ou 40 minutos de viagem. Lá não tem aluno de Areia Branca, são todos de Mossoró. Uma coisa que inusitada que acontece todos os dias é ver o carro da UERN, que transporta os professores pró núcleo sendo seguindo pelo ônibus que levam os estudantes de Mossoró para lá. Isso mesmo, os professores e os estudantes daqule núcleo saem todos os dias de Mossoró para Areia Branca. Seria engraçado, senão fosse um absurdo de mau utilização dos recursos públicos. A irresponsabilidade impera em alguns órgãos do estado, infelizmente.

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Cláudia Prócula on 18 de maio de 2009 at 15:25.

Finalmente o escandalo da Uern está se tornando visivel e dando o que falar em toda parte. A camunidade acadêmica que zela pela instituição encontrou neste blog o canal ideal para expor o problema, chamando a atenção das autoridades e mobilizando a opinião pública em torno dessa imoralidade que são os contratos provisórios existentes há 18 anos! Nunca se viu isto em parte alguma. Se não fosse o jornalista Franklin Jorge estaríamos ainda na ignorância dessa realidade que fere a decência e desafia as leis do país. Terrivel é que isto esteja acontecendo numa universidade, a Universidade Estadual do RN, que por sua natureza devia zela pela decencia e condenar a imoralidade: infelizmente não é o que tem acontecido. Estarrece a reeleição do atual reitor e do seu vice – coniventes com a imoralidade e beneficiários dela.

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Maria de Fátima (Urick Graff) on 18 de maio de 2009 at 19:41.

Já que tocou no assunto de reeleição: se os candidatos Gilton e Ronaldo quizessem poderiam entrar na justiça e anular a urna dos técnicos de mossoró, pois pelo Regimento da UERN, os mais de 400 provisório que votaram não fazem parte do corpo técnico da UERN. Ou seja, pelo Art. 200 do Regimento da UERN, só são do corpo técnico aqueles funcionários que ingressaram na UERN por concurso. Eles não poderiam ter votado, e até pouco tempo não votavam mesmo, o voto deles foi idéia de Walter Fonseca para eleger Milton Marques no primeiro mandato e esse sobre aproveitar a idéia direitinho para se reeleger e reeleger seu vice. Essa idéia foi proposta aos candidatos que disputaram a eleição sem sucesso, mas eles não aceitaram “em nome da autonomia da universidade”, dá para entender. Nesse ponto acho que vacilaram.

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Thomaz Melo on 18 de maio de 2009 at 20:19.

Eu já ouvi dizer que esses núcleos são apenas “cabides de emprego” e plataforma para os planos politicos do reitor, que quer ser deputado estadual, embora para despistar diga a um e outro que só quer ser prefeito da sua terra natal ou de Mossoró. Há quem acredite numa coisa e noutra, mas o dr. Milton é esperto; do contrário, sendo de origem pobre, nao teria se tornado um homem rico…

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Danilo O. on 19 de maio de 2009 at 15:26.

Muito boa a digressão feita pela leitora Marlene quando desloca o foco da discussão para a oposição política na UERN. Essa digressão levou algumas pessoas que acredito serem do corpo administrativo da referida Instituição a se pronunciarem, ASSUMINDO descaradamente, em seus discursos, o uso da manipulação e corrupção como estratégias para se reelegerem, zombando, desta forma, não só da oposição, como também das leis constitucionais. Marlene está de parabéns, muito embora, não tenha sido esta sua intenção.

Caro leitores, numa perspectiva mais ampla, comparem os argumentos de todos os contraventores que vocês já conheceram até hoje. Tanto no cotidiano quando no decorrer da Históri da humanidade. Inicialmente, eles usam a racionalização que é um argumento inteligente, convincente e socialmente aceito, porém, mascarado.É o período da manipulação. Depois, quando cai a mascara,(período da aceitação sem remorsos de suas práticas anti-sociais) assumem suas proezas com bastante orgulho de suas espertezas zombando da lei e suas vítimas. É! São assim todos eles. Quem é psiquiatra entende muito bem disso.

Caros (as), agora comparem a definição de racionalização com os argumentos de Marlene, Vauclenes e outros. Eles revelam os dois níveis da situação: manipulação e aceitação.

Essas pessoas nem sequer precisam me fazer uma consulta. Eu já tenho o diagnóstico e prognóstico delas. Diazepan? Não! O certo mesmo é uma dose de vergonha para os pacientes e, para as vítimas, tomar distância todos os dias.

Segundo a psicologa Ana Beatriz a devida prescrição não faz efeito simplesmente pelo fato de que elas não estão nem um pouco interessadas nisso. Neste caso, segundo ela, tem que haver uma intervenção externa.

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Rogério on 19 de maio de 2009 at 19:45.

Perfeito, Danilo. Mutio boa sua análise. Essas pessoas que estão zombando perderão a magestade em breve. Lembremo-nos: até Roma caiu!

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Graziela Consuelo on 18 de junho de 2009 at 9:26.

Leitores. A questão colocado foi “segurança”. Há poucos dias os PM da cidade de Umarizal forma substituidos. E segundo a atual administração da segurança local, que tem a frente o Tenente Carvalho (atuava em Pau dos Ferros),hoje responsável pela nova equipe policial de Umarizal, tem como principal missão colocar ordem na casa.

Bem, é o que esperamos!

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