COMO BATTISTI MATOU O AÇOUGUEIRO
Por O Santo Ofício | 1 fevereiro, 2009
Transcrito de Corriere Del Veneto
Atualmente aos 46 anos de idade, Adriano Sabbadin tinha 17 quando o terrorista Cesare Battisti e seu bando invadiram o açougue de seu pai, Lino Sabbadin, e o mataram. Indignado com a proteção do governo Lula ao assassino, concedendo-lhe asilo político, Sabbadin fez publicar no jornal Corriere del Veneto uma carta aberta aos brasileiros. A tradução é do jornalista Giulio Sanmartini:
“Vivo em uma pequena cidade na província de Veneza. Escrevo a todos os brasileiros, pois hoje me sinto profundamente ferido pela decisão de vosso ministro da Justiça de considerar Cesare Battisti um refugiado político. Há 30 anos ele assassinou meu pai. Não quero vingança, mas uma justiça que não chega. Quem é Battisti: ele começou na política dentro do cárcere, detido que estava por crimes comuns, aí conheceu o terrorista de extrema esquerda, Arrigo Cavallina.
A primeira vítima dos Proletários Armados para o Comunismo – PAC, foi o suboficial da guarda carcerária Antonio Santoro. Quando este sai de casa para o trabalho, Battisti lhe atira nas costas (6/6/1978). Retornando ao seu grupo ele conta excitado à sua companheiraos efeitos de ver “alguém jorrando sangue”. Depois de uma série de assaltos o grupo resolver centrar contra aos agentes da “contra-revolução”, isto é, comerciantes que haviam reagido contra assaltos comuns.
Inicialmente pensou-se em somente feri-los, mas a vontade de mostrar a própria força a outros grupos de terroristas de esquerda, convence o PAC que é necessário fazer ver que se é capaz de matar. Chegaram a nosso açougue pelas 4 e meia da tarde. Meu pai, ajudado por minha mãe, atendia a algum cliente, eu estava nos fundos falando ao telefone, quando ouvi os tiros de pistola que ribombavam nos meus ouvidos.
Apavorado, corri para nossa casa que ficava no andar superior, depois de longuíssimos minutos vi homens que saiam num carro em disparada. Quando cheguei ao açougue, vi minha mãe com o avental branco todo ensangüentado e meu pai no chão dentro de uma poça de sangue. A ambulância chegou rapidamente, mas nada pôde fazer.
Nos processos, seja a perícia e o testemunho de um arrependido, fez ver que Battisti tinha dado, sem piedade, os tiros mortais em meu pai. Battisti esteve sempre presente no grupo armado, colocando à disposição sua experiência de bandido e ficou conhecido por sua determinação em matar, jamais hesitando em fazê-lo.
Por todos estes crimes Battisti cumpriu somente um ano da cadeia, enquanto minha vida ficou completamente destruída. Me vi aos 17 anos como o chefe de família e um vazio que com o tempo só fez aumentar. Não pode existir paz sem justiça e a minha família justiça, não a teve.
Não consigo entender o que levou vosso ministro da Justiça e classificar Battisti como um refugiado político, declarando que na Itália existem aparatos ilegais de repressão ligados a Máfia e a CIA (Central Intelligence Agency), por isso não pode conceder a extradição, o fato me parece uma folia e mais que isso, ofensivo à nossa democracia.
Peço que façam um apelo ao vosso presidente para que reveja essa decisão. Adriano Sabbadin”




4 Comentários
Rodrigo Fosneca on 2 de fevereiro de 2009 at 11:54.
O ministro Tarso Genro afrontou a opinião pública do país, dando asilo politico a um criminoso comum. Aos poucos, petetisticamente, oBrasil vaidescendo a ladeira e afundando no charco da falta de [ética e desrespeito aos valores morais.
Gotardo Freitas on 2 de fevereiro de 2009 at 15:16.
O governo lula está transformando o Brasil em valhacouto de criminosos. no caso de battisti, não se trata der asilo político, mas de acobertamento como os antigos coronéis faziam em relação aos cangaceiros. uma lástima, dr. lula!
Rainor on 19 de novembro de 2009 at 11:35.
Tarso Genro é um canalha da pior espécie, defende assassinos e saqueadores como esse Battisti e o MST. Disse que o vergonhoso apagão (o maior de nossa história) foi um “micro-problema”. É uma pessoa sem moral que jamais poderia ocupar o ministério da Justiça. Mas seu chefe é um crápula igual e isso explica tudo.
edson on 11 de junho de 2011 at 9:37.
lula teve coragem de pedir desculpas á sarney, disse ele, homem bom, mata o povo do maranhão de fome há 45 anos. não teve piedade, e ainda pagou á passagem daqueles 4 cubanos da equipe de basquete que tentaram se refugiar no brasil até hoje estão presos, tasso genro é um alienado, que tave que ajuda do coronel que mandava no ai 5 para voltar ao brasil tem um deputado que o chama de borra botas, assim construimos o brasil com grandes lideres: zé dirceu,palocci,zé genuino, lula,etc.